O que são as esteriotipias e como elas ajudam na regulação de que tem TEA?
Na maioria dos casos de quem tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), os movimentos repetitivos são muito presentes; então descubra quais são eles e sua importância

Na maioria dos casos de quem tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), os movimentos repetitivos são muito presentes; então descubra quais são eles e sua importância
Se você conhece alguém com Transtorno do Espectro Autista (TEA), talvez, já tenha reparado movimentos repetitivos. Por exemplo, pulos e gritos sem motivo aparente ou olhar para o lado com bastante frequência. Como hoje é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, decidimos te contar como essas estereotipias ajudam as pessoas com a condição. Saiba mais:
Primeiramente, é importante ressaltar que as estereotipias não são exclusivas do TEA. Pois, são gestos que qualquer ser humano faz, tais quais bater os pés no chão, cruzar as pernas e estalar os dedos. Porém, eles são muito importantes para quem tem o transtorno, já que ajudam a controlar os estímulos excessivos, que, por sua vez, podem resultar em crises. Sendo assim, os profissionais da saúde mental pedem para não tentar pará-los, por mais que lhe causem estranheza.
Nas crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos diagnosticados, é comum vermos o agitar das mãos e braços, balanço do corpo, observação de objetos fora do ângulo, olhar para as próprias mãos, desviar o mesmo dos olhos com quem estão conversando, andar nas pontas dos pés, repetição de sons, e pulos ou gritos.
Caso notar que seu filho ou filha está fazendo movimentos repetitivos deste tipo, os especialistas aconselham levá-lo(a) a um psicoterapeuta para que ele possa fazer o diagnóstico do pequeno.
Ver essa foto no Instagram
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente, 70 milhões de pessoas no mundo ganharam o diagnóstico de autismo. Enquanto no Brasil, apesar de ainda não haver estatísticas próprias, se estima que 6 milhões de brasileiros possuem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) – nomenclatura atualmente utilizada pelos profissionais da saúde mental.
Se você parar para pensar, deve conhecer, pelo menos, uma pessoa diagnosticada com TEA. A impressão que se dá – e o que se ouve por aí – é que cada vez mais crianças estão nascendo com a condição. Porém, de acordo com a neuropediatra Dra.Gladys Arnez, o cenário é bem diferente. Clique aqui e leia a matéria completa.