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Como diminuir o stress e aumentar a qualidade de vida numa perspectiva filosófica? Escritor Beto Colombo lista 4 dicas; confira

Beto Colombo, filósofo clínico, empresário e autor best-seller, dá dicas práticas para preservar a saúde mental e administrar da melhor forma as nossas emoções

Bons Fluidos Publicado quinta 10 junho, 2021

Beto Colombo, filósofo clínico, empresário e autor best-seller, dá dicas práticas para preservar a saúde mental e administrar da melhor forma as nossas emoções
Como diminuir o stress e aumentar a qualidade de vida numa perspectiva filosófica? Escritor Beto Colombo lista 4 dicas; confira - Foto de Spencer Selover no Pexels

Com o isolamento social, todos tivemos que moldar o ritmo de nossas vidas a uma nova realidade. Muitas pessoas se declaram ansiosas com o momento que estamos vivendo, de incertezas e grandes expectativas. Beto Colombo, filósofo clínico, empresário e autor best-seller, dá dicas práticas para preservar a saúde mental e administrar da melhor forma as nossas emoções.

Em seu novo livro, ‘Todo Caminho é Sagrado’, publicado esse mês pela Editora Gente, Beto nos traz essa reflexão, de respeitar seu próprio caminho e não se ater somente a materialidade e a razão. O autor nos oferece um olhar de quem já foi massacrado por uma rotina intensa, e que escolheu ser feliz a ostentar uma vida de sucesso corporativo, que para alguns é sinônimo de felicidade.

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Confira a lista:

1- Conecte seu corpo a mente para desacelerar o pensamento

Saia um pouco do mundo das ideias. Com o isolamento social, desenvolvemos a tendência de ficar idealizando muito as coisas, pensando mais e agindo menos. Sendo assim, busque conectar a mente ao corpo por meio de trabalhos manuais e exercícios físicos.  Faça uma caminhada de contemplação, observe tudo ao seu redor, se atenha aos detalhes que te rodeiam.  Quanto melhor for a qualidade dessa caminhada, mais rápido vamos voltar a corporeidade, desacelerando o pensamento.

2- Viva o presente e respeite o tempo das coisas

A ansiedade, na grande maioria das vezes, é gerada por pessoas que vivem no futuro. Essas pessoas costumam acelerar a mente para chegar naquela busca que está elaborando. Ilustro esse conceito com uma das lições que o Caminho de Santiago me ensinou: não adianta uma pessoa querer concluir o caminho em vinte dias, ou então, uma semana. É até possível, mas a pessoa se machucaria demais, ou então, precisaria de ajuda. Vale a pena? É a mesma coisa com os marcos da nossa vida. Tudo a seu tempo. A ansiedade é isso, é o corpo respondendo que nós não estamos bem, que precisamos diminuir o nosso ritmo.

3- Confie no seu caminho

Há quem diga que ainda não encontrou um caminho na vida. Porém, essas são pessoas que se perderam de si, querendo dar uma resposta à sociedade. Elas vivem pautadas na opinião alheia, e acabam pagando um preço muito alto, já que a sociedade exige sempre mais e mais. Pode ser que lá na sua própria história, esteja a resposta e o caminho que se busca. Um recomeço sempre é possível, respeite a sua intuição.

4- Não seja um escravo da razão

No meu novo livro, ‘Todo Caminho é Sagrado’, eu falo muito sobre respeitar a nossa intuição, e não se deixar guiar tão somente pela razão, pelo que é lógico. Nós vivemos em uma sociedade que dá muito valor às coisas e se esquece da humanidade, preferindo dar ouvido somente à razão. Quantas pessoas deixaram de seguir uma profissão que se tem afinidade para escolher uma carreira que seja mais rentável? Pois bem, essas pessoas não estão respeitando o sagrado caminho que foi dado para elas. Então em ‘Todo Caminho é Sagrado’, eu falo de respeitar aquilo que nós somos, e não ser um escravo da razão. O livro trata disso, do desapego de cargos, de coisas, de pessoas, de pensamentos, da ditadura da razão.

Último acesso: 21 Jun 2021 - 22:58:55 (1045124).