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Estudo comprova que músicas clássicas podem ajudar na cura de dores e inflamações

Foi comprovado pela ciência que os sons melodiosos podem atuar diretamente na diminuição dos hormônios do estresse

Redação Bons Fluidos Publicado terça 14 abril, 2020

Foi comprovado pela ciência que os sons melodiosos podem atuar diretamente na diminuição dos hormônios do estresse
Músicas clássicas resultam na diminuição nos hormônios do estresse, como o cortisol, responsável pela inflamação - Pixabay

É fato que a música clássica tem o poder de acalmar qualquer pessoa que se dedique a escutá-la, mas você sabia também que ela pode ajudar na cura física de doenças?

Pois é!

Nos Estados Unidos, mais precisamente na Universidade de Utah, estudiosos compravaram em 2019 que os sons melodiosos podem ser bons para a saúde física, diminuindo dores e inflamações.

Para o estudo que foi publicado na revista Frontiers in Neurology, cientistas descobriram que, se ouvido frequentemente, esse estilo musical ajuda na resistência à dor e também aumenta a eficácia de alguns medicamentos.

Portanto, o conjunto do tratamento médico e compositores clássicos, por exemplo, pode ser muito positivo! De acordo com a pesquisa, o tratamento com ibuprofeno e Mozart levou à redução no inchaço 93% maior do que a produzida pelo ibuprofeno sozinho. Já o canabidiol foi 21% mais eficaz equiparado com a música. 

O líder da pesquisa Grzegorz Bulaj explicou que os analgésicos "produzem toxicidade e efeitos adversos" e que já é possível tratar as dores com uma menor quantidade de remédios. E falando em tratamento, ouvir a música clássica frequentemente também pode resultar na diminuição dos hormônios do estresse, que estão diretamente ligados às inflamações do nosso corpo.

Ainda não há confirmação do porquê e como, exatamente, tudo isso acontece. O que se tem certeza até o momento é que a repetição rítmica das composições acalma o sistema nervoso e permite que diversas outras maravilhas aconteçam.

"Objetivo de longo prazo é delinear como estruturas musicais podem ser traduzidas em padrões elétricos no cérebro e no sistema nervoso periférico”, disseram os especialistas. 

Último acesso: 05 Aug 2020 - 12:57:34 (1042554).